quinta-feira, 24 de abril de 2008

Loucura na redação

Hoje, 24 de abril de 2008, foi feita a entrega das reportagens para o jornal da disciplina. A correria de professores e colegas para a correção dos textos marcou esta manhã. O entusiasmo de todos os alunos ao mostrar suas fotos e contar como haviam feito a matéria era contagiante. A nossa ansiedade para apresentar uma boa matéria para nossos "chefes", o interesse e o empenho por parte de todos foi realmente interessante de se observar. Após a correção do meu texto, passei a caricatura que fiz para o pessoal de política e corri para o primeiro computador livre para fazer esse relato.

Fazer faculdade de jornalismo tem sido realmente bom para mim. Estou feliz e acredito que fiz a escolha correta. As experiências que temos vivenciado ultimamente servem como impulso para que aprimoremos cada vez mais o nosso trabalho, até que um dia nos tornemos jornalistas de fato. Semana que vem não teremos aula na quinta-feira, devido ao feriado e diagramação dos textos ficará apenas para o dia 8 de maio.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Trabalho "artístico"

Junto com a primeira reportagem veio também a oportunidade de fazer mais uma coisa que gosto: desenhar.

O grupo da editoria de política me pediu para caricaturar nosso presidente Lula, o que aceitei com grande felicidade. É muito bom receber um trabalho como esse para fazer, porque percebe-se que os colegas depositam confiança no que a gente faz. Espero agora corresponder as expectativas do grupo e também que o resultado seja aceito pelos professores e apareça no jornal. Independentemente disso, a caricatura será postada aqui no blog, assim como a reportagem, ou seja, posteriormente à saída do jornal. Resumindo, a semana que passou foi excelente e acredito que renderá bons frutos.

A primeira reportagem

Na aula passada, dia 17 de abril, começamos a nossa aula prática em jornal. Uma semana antes a turma foi dividida em editorias, para que pudéssemos simular uma redação. Fiquei, por escolha, na editoria de polícia. Depois de muito conversar com os colegas da equipe ficou decidido o layout das duas páginas às quais são reservadas aos nossos textos e o assunto que cada um escreveria.

No mesmo dia corri atrás das fontes para escrever minha matéria, porque fiquei realmente feliz com este primeiro trabalho dito jornalístico. Dia 21, ontem, saí pela cidade de Porto Alegre para fazer algumas fotos sobre o tema. Tirei cerca de vinte fotos. Detalhe é que talvez UMA seja aproveitada para o jornal. Agradecimentos especiais ao meu pai, que saiu comigo em pleno feriado, num dia frio e nublado para me dirigir aos locais os quais eu desejava focar. Colocarei a reportagem e grande parte das fotos em um post quando o jornal sair de fato. Até lá suspense.

No dia-dia do Jornal



Dia 10 de abril, tivemos nossa aula teórica sobre jornal. Através de apresentação de slides no computador, os professores mostraram o funcionamento da redação de um jornal grande. Frisaram os horários em que começam as reuniões de pauta, as diferentes funções que um jornalista pode ocupar dentro da redação.

Outro ponto interessante, é que o jornalista não pode se prender apenas no que foi determinado pela pauta, porque novos fatos de importância maior podem ocorrer. Assim também, uma notícia que pode ter recebido uma importância grande pela manhã, pode não ter a mesma pela tarde e menos ainda à noite, no fechamento do jornal. É um clichê, mas mesmo assim não se pode deixar de citar que o mundo é realmente gigante e que com toda a rapidez na transmissão de informações proporcionada ,em grande parte, pela informatização, fatos novos chegam às redações dos jornais o tempo todo. Podemos dizer então, que o expediente dos profissionais desta área pode ter horário para começar, mas nem sempre para acabar.

E quem brilha, ao contrário do que muitos aspirantes à jornalista (pessoas como eu) podem pensar, não é só o profissional formado em jornalismo. Este depende de muitas outras pessoas para poder trabalhar, como o motorista que o leva para cima e para baixo à caça das reportagens; como as fontes das quais precisa extrair as informações para que possa transformá-las na matéria para o dia seguinte.

Nesta aula vimos também, os números de venda de jornais no Brasil e no mundo, os conceitos de jornal popular, tablóide e uma breve passagem por um tema já abordado em outras conversas de aula: o tal do "sensacionalismo". Tais conceitos foram exemplificados.

Outra parte que me chamou muito a atenção foi o funcionamento da máquinas de impressão dos jornais. Isso nos foi mostrado em vídeo. Máquinas enormes que imprimem rapidamente os exemplares a serem vendidos nas bancas e entregues na casa dos assinantes. Porém, toda essa impresssão de jornais envolve uma série de futuros problemas que teremos que enfrentar. O principal é o gasto de papel. É muito papel utilizado todos os dias em todo o mundo. E a principal questão é que toda essa quantidade de material vai para um mesmo destino: o lixo. Pode-se reciclar, mas esta é uma atividade bastante complexa de se realizar, uma vez que diversos fatores podem impedir a concretização do processo, como a mistura de outros resíduos ao papel. Se houver uma tampinha de garrafa plástica "escondida" no meio do amontoado de papel, o produto da reciclagem será perdido.

Mas não é só o problema ambiental que assusta. Como já dito em posts anteriores, é muito complexo fazer um jornal impresso, porque a dificuldade de mantê-lo atualizado é imensa, uma vez que ele só sai a cada 24 horas.

Uma única solução para os dois casos é o chamado "papel digital". Um pouco maior que um palm top, esta evolução tecnológica, consiste num display, ainda monocromático, que tem uma entrada USB. Por essa entrada, podem passar arquivos de texto variados como no formato .pdf os quais podem ser lidos na tela do dispositivo. Existe também a possibilidade de se passar músicas para ele. Mas voltando ao interesse do jornal, este poderia ser distribuído aos assinantes, de forma ainda a ser estudada, em formato a ser executado pelo dispositivo. Como está em formato digital, pode ser atualizado via internet, por exemplo. E o uso do papel "convencional" não seria mais necessário. É claro que tal mudança não ocorre de hoje para amanhã e em torno dela rondam diversos interesses da empresa e de seus anunciantes. Mas, mesmo assim, vale à pena esperar e ver, ou melhor, LER.



Fonte das imagens (por ordem de aparição)
http://www.artytour.com.br/ARTyTOUR/artytour_imagens/ma_jornal.jpg
http://www.vetorizar.com/enviados/2007/agosto/arquivos/lixeira.gif
http://www.mobileread.com/upload/custom/iliad2.jpg

domingo, 13 de abril de 2008

Cultura Digital

Na aula do dia 3 de Abril,discutimos em aula o texto Cultura Digital.O texto aborda vários fatores ligados à tecnologia,focado sempre na interatividade.Atualmente,o sucesso do programa Big Brother Brasil exemplifica bem o contexto interatividade.Milhões de pessoas votam e decidem o futuro dos participantes.

Existem cada vez mais programas de rádio e de televisão que pedem para o púbico opinar sobre o programa e decidir quais serão os temas abordados e quais foram as melhores matérias.É visível o aumento da participação do público seja votando ou opinando.A interatividade pode trazer malefícios nas relações humanas.Algumas pessoas se prendem muito na Internet e em outros meios e acabam perdendo o bom da vida,as amizades,o convívio com a família.Outras sabem administrar o uso e conseguem equilibrar o uso da tecnologia e a relação com familiares e amigos

O futuro do jornal impresso também é um assunto muito ligado à tecnologia,já que alguns jornais estão sendo veiculados na internet.Este assunto será debatido nas próximas aulas mas sugiro um livro onde aborda um futuro sombrio para os livros e também comenta o uso das novas invenções.

O livro Fahrenheit 451,de Ray Bradbury,pinta um futuro sombrio para a história ,quando todos os livros foram proibidos e queimados.Os bombeiros têm como seu objetivo descobrir livros escondidos e queima-los.A obra aborda também o uso da interatividade e as relações humanas.Fahrenheit 451 é muito bom,tem uma história fascinante e sugiro a leitura.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A Cultura Digital


Na aula do dia 3 de abril, foi posto em discussão o texto "A Cultura Digital" (Rogério da Costa). Este material traz uma série de informações sobre o rumo que a Comunicação está tomando, a partir da constante chegada de novas tecnologias digitais. Tecnologias presentes em aparelhos como os celulares, hoje indispensáveis na nossa jornada diária. O interessante é notar que nós precisamos entender a linguagem destes aparelhos, ou não seremos aptos a usá-los. Nós precisamos manipulá-los, ou melhor, interagir com eles para que possamos obter os serviços ou informações desejadas.

Desta condição surge o termo "interatividade", cada vez mais utilizado como propaganda para promover produtos digitais. Mas nem tudo que é digital é interativo. A interatividade é o fator que busca, além de um "convívio" mais amigável com serviços ou objetos que originalmente não possuem o chamado "calor humano", prender a atenção do consumidor, do público. Eis que surge a chamada "economia da atenção".


A Internet, por exemplo, é um meio de comunicação extremamente interativo. Nós decidimos que sites visitar, que link seguir... Ou seja, fazemos o caminho que quisermos. Isso prende a atenção do usuário, porque ele participa no processo. O mesmo não ocorre com a televisão, AINDA. Quando a TV digital chegar no Brasil, o sistema ao qual estamos habituados sofrerá fortes mudanças. Esse novo sistema promete uma interatividade maior com o telespectador. Digo "maior", porque já existe uma certa interatividade, como por exemplo em programas que exigem a votação do público para determinadas finalidades, tais como a eliminação de um participante de um reality show. Programas como esse atraem muita atenção do público, porque ele é o responsável pelo desenvolvimento da trama do jogo. Outro exemplo dado pelo texto é o antigo programa da Rede Globo "Você Decide", observação esta que gerou exclamações do tipo "É mesmo!" por parte dos colegas.

Para nós alunos, que temos idade entre dezessete e vinte anos, o contato com as novas tecnologias abordadas não foi nada traumático, porque quando nascemos elas já estavam sendo desenvolvidas. Elas são, para a nossa geração, de uso comum e verdadeiras facilidades em nossas vidas. Acreditamos que o futuro nos reserva uma evolução muito maior do que já se tem hoje, e disso surgiram vários questionamentos, de nossa parte, durante a discussão. Um deles, o qual penso ser o de maior importância, tratava sobre o sedentarismo. Era parecido com isso: "Toda essa evolução tecnológica, que nos traz inúmeras facilidades e acaba proporcinando- nos um maior conforto, como o de cumprir várias tarefas, antes braçais, com apenas um clique não nos transformará em indivíduos cada vez mais sedentários e com problemas de saúde cada vez mais freqüentes?" A resposta dada pelo professor Fábian foi muito simples, mas completa:

"A opção de sermos sedentários ou não vem da nossa parte. Nós devemos nos
preocupar com a nossa própria saúde. É claro que tecnologia nos traz
conforto, mas podemos analisar a situação de outro ponto: as facilidades
trazidas pela evolução tecnológica não só nos permitirão fazer tarefas em um
tempo menor, como também utilizar o tempo restante em outras atividades que
envolvam o cuidado com a nossa qualidade de vida".

Outro fator preocupante para nós, futuros jornalistas, é o destino dos jornais impressos. Este tipo de mídia se torna muito limitado em alguns aspectos se comparado com os outros meios de comunicação. Seguindo o assunto "interatividade", nota-se que o jornal não oferece este atrativo. Outro aspecto é a dificuldade de se manter um jornal realmente atualizado, visto que ele sai apenas uma vez por dia e que os outros meios podem ser atualizados mais facilmente. A título de exemplo, a Internet pode ser atualizada a cada momento. Mas sobre isso, tratarei na próxima postagem, cujo assunto abordará o funcionamento de um jornal, suas limitações e as possíveis alternativas para minimizá-las.

Fontes das imagens (por ordem de aparição)

http://publifolha.folha.com.br/catalogo/images/cover-135620-600.jpg
http://www.techbits.com.br/img/ext/iphone.png
http://www.tiagosantiago.com.br/imagens/vocedecide.jpg
http://www.caputconsultoria.com.br/images/destaques/1322418sedentarismo.jpg

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Internet

A Internet, um meio de comunicação rápido, de fácil acesso e cada vez mais presente no nosso dia-dia, é uma enorme quantidade de redes de computadores de todo o planeta interligadas. Ela está repleta de informações que estão ao nosso alcance, através de documentos em hipermídia disponíveis na World Wide Web, e que muitas vezes podem ser acessadas com apenas um simples clique (este aspecto será tratado posteriormente na postagem sobre a discussão do texto "A Cultura Digital").

Este serviço também pode ser considerado um "redutor de distâncias" para as pessoas. Por exemplo, através de programas conhecidos como Instant Messengers, podemos comunicar-nos com alguém que está em outro país ou até mesmo em outro continente, se ambas as pessoas estiverem conectadas à Internet, através de textos ou imagens em tempo real enviados de um computador ao outro. Tudo isso com um custo baixo, o que praticamente elimina a competição com os serviços de telefonia.

Após esta breve e simples exposição sobre o que é a Internet e sobre algumas de suas ferramentas, escreverei sobre a história da mesma, do seu surgimento até os dias atuais.

O surgimento da Internet ocorreu no período da Guerra Fria, resultado do temor dos norte-americanos
sobre a hipótese de que, se houvesse um ataque soviético a uma de suas bases, eles poderíam perder informações importantes sobre o inimigo. Isso acabaria com as chances de recuperação dos EUA, significando a derrota deste país. Começou-se então a procurar um meio de compartilhar os dados entre as suas diferentes bases e assim, se uma delas fosse destruída, esses não seríam perdidos.

Em 1969 a ARPA (Advaced Research and Projects Agency), criou uma rede chamada ARPANET. As informações que trafegávam pela ARPANET eram divididas em "pacotes" e estes, por sua vez percorriam diferentes caminhos para chegar ao destinatário desejado. Dessa forma, se certo ponto da linha estivesse danificado isso não afetaria a troca de informações porque outra via seria percorrida. Lembrando exemplo dado em aula pelo professor Eduardo:
"Ao invés de se usar um único caminhão que trafegasse por
uma estrada
levando a mercadoria (informação), seriam utilizadas várias vans
carregando
parcelas dessa mercadoria e viajando por diferentes vias
"
O tão temido ataque soviético não ocorreu e, na década de 70, a ARPANET pôde ser utilizada por universidades e centros de pesquisa. Logo, a rede e seu conteúdo começaram a crescer o que acabou tornando-se um problema, pois ficava mais difícil a manutenção dos seus dados. O protocolo de transmissão de dados dessa época, o NCP (Network Control Protocol) havia sido criado para trabalhar apenas com a ARPANET e, portanto não conseguia suportar este crescimento demasiado das redes, havendo uma carência no contole de erros de transmissão e uma necessidade de modificações.

Passou a ser desenvolvido então um novo protocolo: o TCP/IP (Transfer Control Protocol/ Internet Protocol), uma linguagem universal, que permitia a troca de dados entre as redes ligadas a ele, usada até os dias de hoje. Este protocolo foi implantado em 1980 pela comunidade militar e em 1983 pela não-militar.

Ainda na década de 80, o uso de e-mails começa a se popularizar e surge a idéia de que as pessoas deveriam adquirir seus própios computadores e usá-los em suas casas. Para que isso pudesse acontecer, os computadores deveriam diminuir de tamanho e a sua montagem deveria ser simplificada. O surgimento das empresas Apple e Microsoft e a constante disputa por mercado e tecnologia entre ambas proporcionou o desenvolvimento acelerado dos computadores pessoais (não pretendo detalhar a explicação sobre o avanço gradativo dos produtos das duas empresas).


Em 1989 o cientista Tim Berners Lee dá o verdadeiro impulso para que a Internet se torne o que ela é hoje: ele cria a World Wide Web, uma rede coletiva. É importante compreender que Internet e Web não são a mesma coisa sendo a última o conglomerado de documentos em hipermídia disponíveis na primeira. Ou seja, nós nos conectamos à Internet, através de uma rede (discada, banda larga...) e através de um programa chamado browser (navegador) nós temos acesso à web, que por sua vez se divide em infinitas páginas de conteúdo.

A Internet começava a se tornar uma boa aposta de mercado, pois era um campo a ser descoberto e desenvolvido. Era dada a largada para uma nova "Corrida do Ouro". O que popularizou realmente a Internet foi o lançamento do navegador Mosaic por Marc Andreessen, da NCSA (National Center for Supercomputing Applicatons), em 1993. O mesmo Andreessen fundou a Mosaic Communication Corporation, que veio a transformar-se em Netscape Communications posteriormente. Por um bom tempo a Netscape liderou o mercado de navegadores até que a Microsoft lançou o Internet Explorer, que acompanhava o sistema operacional Windows, da mesma empresa, passando a ser escolhido pela maioria por uma questão de praticidade. O que concorre hoje com o software da empresa de Bill Gates é o programa Mozilla Firefox.

Aqui no Brasil, como já é comum, o contato com essa nova tecnologia, a Internet, demorou um pouco mais a acontecer. Somente em 1995 é que navegar na Web deixou de ser uma atividade restrita às instituições de ensino e passou a ser livre a todos os brasileiros.

Fontes consultadas:
Imagens (por ordem de aparição)

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A Dupla

Foto:


Eu (Fernando), sou o magrinho da esquerda e Allan, o sorridente, é a minha dupla na realização deste trabalho.

COMEÇANDO...

Olá!
Bem-vindo ao blog de Fernando Lopes e Allan Kuwer!
Somos estudantes de jornalismo da Famecos, do primeiro semestre.
Este blog se refere à disciplina LABORATÓRIO DE JORNALISMO, ministrada pelos professores Eduardo Pellanda e Fábian Chelkanoff. Nele registraremos, ao longo do semestre, o conteúdo trabalhado e discutido nas aulas.