quinta-feira, 26 de junho de 2008

Na telinha e no final do semestre

Depois de jornal,rádio,tinha chegado um dos mais aguardados momentos.Era a hora da televisão.Talvez um dos mais aguardados pois quando falamos que seremos jornalistas, logo uma avó comenta"Que bom,meu neto vai ser apresentador do jornal nacional".É um comentário de todos os familiares que querem ver seus netos/filhos na "telinha". O nosso programa era dividido em dois blocos.O primeiro seria uma entrevista com algum profissional de fora da PUCRS e o segundo um debate.Decidido o assunto do debate e já marcado a entrevista com o profissional,tudo se encaminhava para uma quinta feira calma e tranquila.Mas a vida do jornalista nunca é tranquila.Faltando 15 minutos para o nosso programa,a entrevistada ainda não tinha chegado.Corri ao prédio da nutrição para conseguir alguma professora mas não obtive sucesso.Quando cheguei no estúdio,ali estava a nossa entrevistada.A entrevista foi muito boa.É claro,na televisão é tudo diferente.Fiquei com medo antes e nervoso durante o programa.Resultado:errei na hora de perguntar e fiquei me mexendo todo na cadeira .
Se errei ou não,não importa.Todos nós estamos recém começando e é óbvio que temos o direito de errar.O que posso pensar após um semestre de jornalismo?Que quero ser jornalista,quero viver na loucurua da redação,nos estúdios da rádio e ...bom,na televisão, agente conversa mais tarde...

Mais uma experiência

A mesma rotina do jornal mas agora um outro grupo.O nosso grupo de rádio era grande,10 pessoas.E o problema era trabalhar junto com colegas tão diferentes,que nunca tinham trabalhado juntos antes.Como falei antes,a minha editoria de economia trabalhou junto,se respeitando e gostei muito do nosso grupo de trabalho.Mas já a nossa equipe de rádio não posso falar o mesmo.
Um dia antes do programa,o grupo inteiro se reuniu.E o encontro foi muito ruim. Pessoas não respeitando a opinião dos outros,outras se estressando demais.Um clima ruim que tinha tudo para influenciar em um programa de péssima qualidade.
Mas quem é que vai brigar,temos é que trabalhar e aprender a ouvir algumas coisas,não é?O programa ficou muito bom,a trilha sonora ficou perfeita,e os assuntos do dia ficaram muito bem distribuídos. Gostei muito da experiência no rádio e talvez no futuro esteja trabalhando nesse meio de comunicação. Mas como sempre digo,não podemos prever o futuro e qualquer meio,rádio,jornal,internet,trabalharei com muita dedicação e orgulho.

Ao vivo e a cores

Todos chegaram na hora para o programa de TV. O susto maior foi a nossa convidada que apareceu um pouco depois do combinado, mas ainda com uma pequena folga para o programa começar. O problema é que se caso ela não chegasse, nós não teríamos o plano B. E ficaria muito chato para o grupo.

Tivemos que contar com a sorte. Espero que jamais faça isso de novo. Na próxima haverá plano Z se preciso.

O programa correu bem e ficou dentro do que foi proposto. Isso é que importa. Como era a primeira vez de todos na televisão e ao vivo, erros já eram esperados. Mas nada afetou a boa continuidade tanto da entrevista quanto do debate.

Na prática

Seguindo o exemplo de todos os módulos, teremos daqui uma hora, nossa prática em TV. Um programa de 20 minutos, divididos em dois blocos de 10. O primeiro é uma entrevista com alguém vindo de fora da PUC e o segundo um debate.

Será transmitido ao vivo. Simples: ansiedade.

O grupo é o mesmo do rádio. Neste momento estamos no laboratório assistindo os demais grupos. Não estamos com a escalação completa. Maurício ainda não chegou.

As transformações da TV

Aula passada discutimos, após a leitura de texto, as mudanças que a TV vem sofrendo nos tempos atuais, com o conceito de Televisão Digital. Tal tipo de transmissão, como dito anteriormente, não oferece apenas qualidade de imagem, mas possibilita que o telespectador faça escolhas do conteúdo que quer ver e quando o quer fazer.

No Brasil, as transmissões digitais começaram em São Paulo e há pouco tempo chegaram ao Rio de Janeiro. A interatividade é inexistente, pelo menos por enquanto, e o que oferece é transmissão em alta definição. A imagem perfeita, sem "chuviscos" ou "fantasmas".

Seguindo a trilha da participação do espectador no desenvolver da programação encontra-se a série Lost. Ela é repleta de mistérios que não podem ser desvendados apenas assistindo o que passa na TV. O mundo de Lost está sendo desbravado na rede. Os episódios são assistidos, gravados, assistidos novamente e parados constantemente para que se possam achar as peças do complexo quebra-cabeça. Quem faz isso? O espectador Lostmaníaco.

E quem não se encaixa neste conceito? Não consegue captar todos os detalhes e se perde. Quem quer assistir Lost deve correr atrás. Esta série é um exemplo de interatividade e participação do público. Talvez seja um baque para o espectador, mas a tendência parece ser a adaptação. Tudo é 2.0 hoje. A TV também vai ser.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

História da TV

Fim do módulo rádio, início da etapa final: televisão. Dia 12 de junho, tivemos nossa aula teórica sobre a história deste meio de comunicação. Aí vão algumas pinceladas sobre o assunto.

Inicialmente, a idéia de TV era ter o rádio com imagem. Os primeiros aparelhos eram isso na verdade. Eram rádios com um tubo de neón que emitia imagens vermelhas em pequena dimensão. Imagens em movimento apareceram em 1925, em Londres e o primeiro sistema completo, veio dois anos depois. Com o rápido desenvolvimento dos aparelhos e com a novidade de se ter imagem além do som, o primeiro serviço analógico de televisão surgiu em 1928 em Nova Iorque.

O grande impulso para a propagação na Europa deste meio de comunicação ocorreu em 1936 durante as olimpíadas de Berlim. Com o fim da Segunda Guerra Mundial a televisão começou a crescer mais. Os avanços tecnológicos ocorridos no período do conflito foram muito grandes e com isso a televisão desenvolveu-se também. O grande problema era o preço dos aparelhos da época, fator que não possibilitava que tal meio de comunicação se popularizasse. Em 1954, na rede norte-americana NBC, surgiu a televisão a cores.

Como já era de se esperar, no Brasil a televisão demorou a chegar. Em 28 de maio de 1948, vinte anos após o surgimento do primeiro serviço analógico de transmissão televisiva nos EUA, ocorreu a primeira transmissão brasileira. Detalhe, foi uma partida de futebol. O responsável por isso foi Olavo Bastos Frias. Mas apesar deste possível atraso em relação aos outros países, o Brasil foi o quarto país do mundo a ter uma emissora de TV. Em 1950 a Tupi de São Paulo fez suas primeiras transmissões comerciais.

Um ano depois foi inaugurada a TV Tupi do Rio. Na abertura, o primeiro talk-show da televisão brasileira, Falando Francamente, com o cantor francês Maurice Chévalier, feita pelo jornalista Arnaldo Nogueira. O responsável por isso foi o também jornalista Assis Chateaubriand.

A conhecida apresentadora Hebe Camargo, começou no segundo dia de transmissões televisivas do Brasil. A televisão brasileira começou a crescer numa época de economia favorável. Em 1953 surgiu a Rede Record e em 1965 a Rede Globo, hoje a maior rede de televisão do país.

Detalhe interessante: o video-tape (VT) surgiu tempos depois, logo tudo era feito ao vivo no princípio da TV brasileira. Outro aspecto importante é que como não havia profissionais de TV, os redatores vinham do rádio e eram adaptados.

Com o tempo a televisão se popularizou no Brasil também. Assistir o futebol, a novela das oito, o telejornal faz parte do dia-dia de muitos brasileiros de diferentes classes sociais. O aparelho é o eletrodoméstico mais popular da casa. Pode estar no quarto, na sala, na cozinha... Tem diversos tamanhos diferentes. Mas sofre algumas limitações: não tem a mobilidade do rádio, por exemplo e exige uma atenção maior do público, afinal é preciso captar a imagem e som.

No nosso país, também deixou de ser o eletrodoméstico mais vendido no ano passado. Perdeu para o computador. Sinal que os tempos estão mudando. O computador, mais especificamente o combo computador+internet oferece a tal da interatividade. O "cliente" deixa de ser espectador e passa a atuar. Se a TV quiser continuar a ser a atração da casa ela vai ter que mudar. E ela vai de fato, ou melhor, já está mudando. A TV digital promete oferecer interatividade, além de maior qualidade de imagem, a HDTV, ou televisão de alta definição. Mas isso é tema para o próximo post.

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*tenho tido problemas em adicionar imagens. Isso tem atrasado e empobrecido meu trabalho no blog.
se o problema for resolvido, em breve o texto será ilustrado.

domingo, 8 de junho de 2008

Experiência no rádio

Quinta-feira passada, dia 5 de junho, tivemos nosso exercício prático na rádio. O objetivo era criar e apresentar um programa jornalístico de vinte minutos. Os grupos haviam sido formados uma semana antes e houve também o sorteio da ordem dos programas.

Meu grupo era formado por: Allan Kuwer (meu colega de blog), Helena Gertz, Ian Corrêa, Marja Camargo, Matheus Strelow, Maurício Tomedi, Ramiro Macedo, Teófilo Menezes e Voltaire Santos. Fomos o primeiro grupo a ser sorteado. Azar ou sorte? Não sei responder, mas a parte interessante é que teríamos que por em prática uma organização maior que os demais grupos porque não haveria tempo suficiente para "últimos acertos antes do programa ir ao ar".

Combinamos de reunir o grupo na terça e quarta-feira anteriores ao programa para definir o roteiro, quem seriam os âncoras e quem seriam os repórteres. Stress básico na reunião. Pessoas pensam diferente, obviamente, e isso causa um pouco de atrito. Ficou definido assim: Helena e eu serámos os âncoras porque já fazemos estágio na rádio e temos uma noção maior de como operar os equipamentos. Os demais seriam repórteres cuja ordem e assuntos seguem aqui: Matheus (política), Ramiro (economia), Marja (mundo), Teófilo (cultura), Ian (polícia), Allan (geral), Maurício e Voltaire (esporte).

O roteiro foi baseado no do programa Café da Manhã que vai ao ar de segunda a sexta na Radiofam. Helena e eu participamos dele e m dias diferentes. Ian e Voltaire fazem o programa Fato consumado, mas pela decisão do grupo acreditamos que o primeiro roteiro se assemelharia mais.

Tudo certo no roteiro, mas faltava a trilha do programa. Helena Gertz sugeriu um jazz e trouxe um playlist com umas quinze músicas. Escolhemos Highblown de Chet Baker. Música muito legal por sinal, aprovada por todos os integrantes do grupo.

Chegou então o dia do programa. Não estávamos tão nervosos e isso contribuiu para o bom andamento do trabalho. Às oito horas fomos para o laboratório no térreo, passando a roleta, dobra-se à direita e encaminha-se para a última porta azul. Últimas dicas de Fábian e Pellanda e boa-sorte. Saímos do laboratório e fomos para o estúdio. Helena foi para a mesa de som, Strelow sentou do seu lado, Ramiro de frente para ele e eu deveria sentar-me de frente para ela, mas tive que voltar correndo para o laboratório e pegar um cabo USB a fim de passar a trilha do programa para o computador do estúdio. Corri e voltei para meu lugar. Às oito hora e trinta e três minutos começava o Plantão da Manhã.

O programa correu bem, segundo os professores, mas tivemos alguns errinhos mais "técnicos", como o volume da trilha do programa e quando esta deveria entrar. Apesar de metade do grupo nunca ter participado dos programas da rádio antes dessa ocasião, todos falaram muito bem. Mesmo assim quando o professor Fábian perguntou-nos o que tínhamos achado do resultado, me antecipei e disse que não tinha gostado. Justifiquei isso dizendo que em alguns momentos os repórteres se perdiam mas não por culpa deles. Talvez a presença dos âncoras tenha pecado um pouco nas transições de uma notícia para outra. Talvez não tenha ficado claro para eles e puxei a culpa para mim.


Fábian só me olhou e indagou: "Quantas vezes vocês já haviam feito isso?". Não precisei nem responder e ele disse ainda que os tais problemas técnicos não importavam.

Com um resultado considerado bom pelos professores, ficamos felizes. Gostei da experiência e penso seriamente em fazer rádio futuramente. Vimos a importância do roteiro, pricipalmente nos momentos em que nos perdemos. Sem o roteiro não conseguiríamos consertar os erros e ficaria aquele silêncio chato.

Gostaria de destacar ainda a fala de Allan. Para mim ele foi um dos que melhor falaram, senão o melhor. E isso não é puxação de saco só porque fazemos o blog juntos.

O próximo módulo será TV e, como fomos os primeiros no rádio, seremos os últimos a ir ao ar. Respondo agora à pergunta lá do início do texto: acho que foi sorte.

sábado, 31 de maio de 2008

Nas ondas do rádio


Faz tempo que deixei meu último post aqui. Sei que não deveria ficar justificando este erro, mas o motivo desta falha foram os diversos imprevistos ocorridos nesta semana que passou. Estava programado para escrever na última terça-feira, 27 de maio o que foi impossível devido a um trabalho de outra disciplina que me tomou quatro dias inteiros para ficar pronto. Na verdade levaria dois, mas o arquivo corrompeu e perdi tudo.

Como uma tarefa atrasa para ficar pronta, as outras atrasam para começar. Portanto aqui vai o primeiro post do módulo rádio, que já deveria ter ido para a rede a mais tempo.

Na segunda metade do século XIX, a descoberta das ondas eletromagnéticas e estudos realizados a respeito da propagação das mesmas, atribuídos ao físico alemão Henrich Rudolph Hertz, serviram de combustível para que se inventasse o rádio que hoje conhecemos.

No início, tais tipos de transmissão eram vistos como de aplicação para a "telegrafia sem fio", mas posteriormente começou-se a estudar uma forma de transmitir voz e não apenas sinais. Na Europa, esta atividade é atribuída ao italiano Guglielmo Marconi. E no Brasil, o pioneiro do rádio foi o padre gaúcho Roberto Landell de Moura, que fazia seus estudos sobre o assunto em São Paulo. Detalhe interessante é que ambos buscavam o mesmo resultado, na mesma época, sem nunca terem se falado ou mesmo conhecerem um ao outro.



O padre gaúcho criou diversos equipamentos de telefonia e telegrafia sem-fio e tinha nas suas teses a prévia de diversos ramos da tecnologia das telecomunicações, incluindo "radiodifusão", "satélites de comunicações" e "raios laser".



Como em outros casos, o brasileiro é injustiçado e Marconi é reconhecido como o pai do rádio. Injustiçado porque enquanto as transmissões do italiano cobriam curtíssimas distâncias, o padre Landell de Moura já havia recebido do governo brasileiro a carta patente nº 3279 dando-lhe os méritos de pioneirismo científico, universal, no ramo das telecomunicações.

Landell de Moura vai então para os Estados Unidos em 1901 e em 1904 o The Patent Office at Washington lhe concede patentes de três inventos: o telégrafo sem-fio, o telefone sem-fio e o transmissor de ondas sonoras.

A partir daí, o Rádio começa a ser explorado nas telecomunicações cada vez mais. Em 1922, no Brasil, ocorre a primeira transmissão do nosso país. O presidente da época, Epitácio Pessoa, discursa no Rio de Janeiro. Um ano depois surge a primeira emissora nacional a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada por Roquette Pinto e Henrique Moritze.

Mais tarde nos Estados Unidos em 31 de outubro 1938, dia das bruxas, o rádio mostrou o seu poder de influência sobre as pessoas. Nesse dia, a emissora CBS simula uma invasão de marcianos à Terra. Para isso, adapta um trecho de Guerra dos Mundos (H.G. Wells), lido pelo ator e cineasta Orson Wells. Instala-se a desordem porque as pessoas acreditam naquilo que ouvem.

Na Segunda Guerra Mundial, o rádio funciona como o grande meio de comunicação e informação, tanto para os fins militares como para a sociedade em geral. Ele é explorado juntamente com o cinejornal como forma de propaganda de Adolf Hitler, também. O líder nazista era auxiliado por pessoas especializadas na propaganda, tanto nos seus discursos falados, como na produção de vídeos. Apesar de ter uma baixa estatura, ele aparecia nas imagens como um líder grandioso. Isso se deve a técnicas de filmagem e fotografia, que se utilizam de certos ângulos para dar tais efeitos. Essas técnicas são usadas ainda nos tempos atuais.

No Brasil esta época era o auge do Repórter Esso, o primeiro noticiário de Radiojornalismo do Brasil. Posteriormente foi também para a televisão. Os locutores mais marcantes desse programa foram Gontijo Teodoro, Luís Jatobá e Heron Domingues.

Com a invenção da TV e com a popularização da mesma, tempos depois, o rádio começa a perder seu espaço. Ele deixa de ser o aparelho em volta do qual a família se junta todas as noites para ouvir notícias ou radionovelas. Dessa forma ele precisa se adaptar. Com a invenção do transistor, que substitui as válvulas, ele pode diminuir de tamanho. Com isso ele ocupa outra função, espaço e tempo. Ele vai para o bolso, para o carro, para o Gre-Nal, vira despertador e chega ao celular. Torna-se portátil, compacto e prático.
Fontes das imagens (por ordem de aparição)

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Um stress gostoso

Uma coisa é aprender,ver como se faz,outra é colocar em prática. Sim,essa frase define tudo. Já tínhamos lido textos sobre jornal,acompanhamos um vídeo sobre o jornal mas faltava o nosso jornal,o jornal da turma. Tudo começou com a escolha da editoria.Estava certo que iria para a de esporte pois eu amo esporte.Mas os professores,com aquelas palavras inteligentes e experientes,comentaram que era melhor escolhermos uma editoria que não tínhamos muito contato.Assim como a vida de um jornalista,que tudo é o momento e que precisa de muita iniciativa,entrei na editoria de economia.Reunimos toda a editoria e discutimos os assuntos.Sugeri ao grupo uma matéria sobre os jovens que investiam na bolsa de valores e todos gostaram.Resultado:a matéria era minha.Tudo organizado,todos com as suas atividades,era hora de correr para fazer a matéria.Fiz meus contatos e consegui uma entrevista para minha matéria.O problema era que o entrevistado só chegava quarta,e a matéria era pra estar pronta na quinta.Como jornalista,bolei um plano B e entrevistei um jovem formado na UFRGS que palestrava no Labmec,laboratório de mercado de investimento,na Pucrs.Liguei 3 vezes na parte da manha para meu entrevistado e ele ainda não tinha chegado do Rio de Janeiro.Começava ai o stress.Na parte da tarde liguei mais algumas vezes e ele ainda estava no Rio de Janeiro.Até que finalmente,consegui falar com ele e me disse que as 17 e 30 a entrevista estava perfeito.Corri para o escritório dele e consegui a entrevista.Ele me recepcionou muito bem e consegui uma ótima entrevista.Voltei para casa e comecei a digitar toda a matéria.Ficou pronta mas e os caracteres?Mais um stress,como deletar partes de um texto que para você está perfeito?Com a ajuda dos professores e dos meus colegas cortei parte dos textos.Depois do texto pronto,eu precisava de uma foto.Fui a uma palestra sobre a bolsa de valores e lá estavam presentes muitos jovens.Tirei minhas fotos,e até que ficaram relativamente boas.A última parte do trabalho foi a diagramação dos textos.O que aprendi nessa minha curta experiência como jornalista?Que trabalhar em um jornal é uma atividade de união,de companheirismo e que o bom relacionamento com as pessoas é a chave para o sucesso.Gostei da experiência,gostei de como a nossa editoria trabalhou,todos se ajudando,se haviam críticas,eram feitas com educação e não com arrogância.Agora,começa uma nova etapa,vamos fazer um programa de rádio.Já participei de dois programas dos meus amigos Ian e Voltaire na Radiofam,e adorei participar.Ainda não sei se trabalharei em rádio,jornal,internet ou televisão mas uma coisa tenho certeza:as experiências nas aulas estão sendo muito positivas e estamos aprendendo muito .Agora que venha o rádio,a televisão,e que o nosso jornal seja um sucesso.

domingo, 11 de maio de 2008

Encerramento de uma etapa, começo de uma nova

A diagramação dos jornais foi a parte final da etapa de jornais impressos. Durante esse módulo transformei o blog em um "diário da redação" e, em postagens curtas, fazia um breve relato do que se passava na prática. Isso rendeu o "Loucura na redação" em duas partes, que representaram dois momentos diferentes na construção do nosso jornal. Faço agora uma análise da primeira impressão que tirei desta prática.

Paciência, praticidade, criatividade e rapidez (não necessariamente nesta ordem) mostraram-se palavras que formam a imagem do que pode vir a ser, daqui alguns anos, o meu dia-dia de jornalista. Quando se diz que o jornalista precisa ser rápido, por exemplo, interligam-se várias outras idéias, como a rapidez em formar o texto na mente, a velocidade em digitá-lo nas teclas do computador e até mesmo a rapidez com que o tempo passa quando se quer fazer um bom trabalho. Em um flash é que as coisas acontecem e não pode ser de outro jeito.

Praticidade ilustra o fato do saber manipular tanto o programa de edição do texto, com seus diversos comandos e formatações possíveis, até o próprio texto. Ser prático na hora de substituir palavras ou frases afim de deixá-lo com a extensão desejada, ou melhor, determinada. Também exemplifica o "trabalhar sem muita frescura", ou seja, preocupar-se em primeiro lugar com o conteúdo. Saber primeiro o que e como escrever, para depois escolher a forma, o layout da página. Se vai ficar num box, numa coluna, no centro da página e principalmente, se vai ter mais caracteres que o texto do fulaninho NÃO é o mais importante. O que adianta perder tempo escolhendo como será a disposição do texto se não tiver a menor idéia do que escrever? A forma pode ser básica, o conteúdo é que deve ser relevante.

Criatividade, a chave para deixar a reportagem marcada com a identidade de quem escreve e não apenas um texto burocrático, cansativo e extremamente chato. Ser criativo na hora do título ou da legenda da foto, escolhida entre tantas outras, chama a atenção do leitor. Obviamente existe uma certa "dose" máxima de criatividade a ser exposta. É preciso, em primeiro lugar, que o público entenda que mensagem se quer passar com aquilo que entitulamos nossos textos e imagens, ou ninguém lerá.

E paciência... Esta virtude é necessária para trabalhar correndo atrás do relógio ou na hora de rezar para que o computador não tranque antes de salvar o documento. Paciência enquanto negocia com os demais colegas, que sempre pensam diferente. Saber aceitar o ponto de vista do outro e não sair batendo de frente com todo mundo é fundamental. Quando tudo dá errado e tem que recomeçar, a nossa amiga paciência se torna uma ferramenta indispensável. E para esperar o resultado do empenho e da dedicação. Angústia corresponde ao sentimento que se tem quando não se sabe como ficou ou como será recebido pelo público o material desenvolvido.


O que posso tirar dessa experiência? Que eu quero e vou ser jornalista. VOU FAZER PARTE DA LOCURA! Estou realmente determinado e acredito que nada mais pode parar este meu desejo. Bom, acho que era isso. Até o fim do semestre teremos ainda os módulos de rádio e televisão e as postagens do blog.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Loucura na redação, parte II

Após a folga que tivemos no feriado do dia 1º de maio, voltamos a trabalhar na "redação" hoje. O título já diz tudo. Mais uma vez foi uma loucura no ambiente de trabalho. Só que dessa vez era para a diagramação dos textos. Com fotos já escolhidas e textos corrigidos na última aula, dessa vez era "só" colocá-los na página. Simples assim? NÃO! Ao colocar os textos na fôrma ainda era preciso modelá-los a fim de preencher o espaço necessário e em alguns casos remover os excessos. Entrou em cena a atre de editar o texto, ou seja, retalhá-lo, fazer cirurgia plástica, cortá-lo...

É óbvio que nós alunos (BIXOS ainda por cima) não temos a menor prática em cortar o texto. Talvez até nem a prática seja o problema, acho que é pena mesmo. Tirar pedaços e reescrever aquilo que muitas vezes achávamos uma obra prima é realmente difícil. Mas como o professor Fábian disse:

"A vida é assim, e aqui nós vamos trabalhar de acordo com a realidade.
Portanto mãos à obra."

E isso foi feito. A ordem era que cada editoria utilizasse apenas um computador para que tudo já ficasse reunido. Assim, foi editado um texto de cada vez e conforme avançávamos os professores eram chamados cada vez mais para nos socorrer. Não tive grandes problemas em diagramar meu texto, mas, não sei por que, li várias vezes o mesmo para ver se não havia nada de errado. Acho que não. Ou melhor, espero que não.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

A origem do termo foca

Muito pressionado pelo meu grande amigo e companheiro de blog Fernando,estou aqui de novo postando.A diferença é que ele é um workaholic,expressão em inglês que significa viciado em trabalho, e eu sou um estudante ocupado e meio desorganizado talvez.Mas chega de conversa boba,vamos ao que interessa.O nosso blog tem como título"A gente é foca,baby!!!",mas o que seria foca é o que as pessoas em geral e a maioria dos estudantes de jornalismo se pergunta.Procurando na internet pela origem do termo encontrei em um blog,de estudantes de Jornalismo na Puc,um texto do jornalista Valdir Sanches explicando a origem do termo e mais algumas palavras típicas do universo jornalístico.

Pingão da Marta, boneco do Covas
por Valdir Sanches


"Desce o pingão." Não é conversa de bar, é de redação. Na redação dos jornais, sugeria-se um "pergunta e resposta", quando a idéia era publicar uma entrevista dessa forma. Depois, passou a ser um "pingue-pongue". Com o tempo, os jornalistas, por pressa ou preguiça, aboliram o pongue. "Vamos fazer um pingue com o secretário."Ora, uma entrevista longa, que resulta num texto grande, passou a ser um pingão. "Desce o pingão com a Marta." Esse "desce" se explica: antes da informatização, as matérias, batidas à máquina, em laudas de papel, desciam para a oficina. Hoje, vão pelo cabo do computador.
Em termos de jargão do jornalismo há exemplos clássicos. Foto do entrevistado é "boneco". "Vou dar um boneco do Covas aqui no alto", diz o editor, apontando para a página. A continuação de uma matéria, na edição do dia seguinte, é "suíte". O chefe da reportagem: "Vamos suitar a invasão dos sem-teto". "Matéria" mesmo, em lugar de "reportagem", é um jargão. Em certas redações, antigamente, você flagrava um editor pedindo a um repórter: "Cerca essa vaca para mim." Geralmente era para apurar melhor uma notícia surgida "em cima do fechamento". Ou seja, perto do horário de fechamento da edição - hoje, em alguns casos, pernosticamente chamado "dead line". Mas, voltando à vaca. O que acontecia é que ela estava indo para o brejo...Outro bicho, este marcante no jargão do jornalismo, é a foca. Na verdade, "o" foca. Jornalista novo, inexperiente. Um foca. Consta que o apelido vem dos remotos tempos do flash a magnésio. Os fotógrafos dos jornais preparavam suas máquinas: focavam e deixavam o obturador (uma pequena "janela") aberto. Quando todos estavam prontos, alguém riscava um fósforo numa placa de magnésio e ela "explodia" num clarão. Essa luz passava pelo obturador aberto e impressionava a chapa, o avô do filme. Ocorre que alguns fotógrafos, inexperientes, demoravam para preparar a máquina - e atrasavam os outros. "Péra aí, estou focando." E os outros: "Foca logo, caramba". E mais tarde... "Ih, lá vem o foca". Esta é a história que eu conheço. Vendo o peixe como comprei.


Blog dos estudantes pesquisado :Deborah Cattani e Igor Carrasco http://tahnoar.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Loucura na redação

Hoje, 24 de abril de 2008, foi feita a entrega das reportagens para o jornal da disciplina. A correria de professores e colegas para a correção dos textos marcou esta manhã. O entusiasmo de todos os alunos ao mostrar suas fotos e contar como haviam feito a matéria era contagiante. A nossa ansiedade para apresentar uma boa matéria para nossos "chefes", o interesse e o empenho por parte de todos foi realmente interessante de se observar. Após a correção do meu texto, passei a caricatura que fiz para o pessoal de política e corri para o primeiro computador livre para fazer esse relato.

Fazer faculdade de jornalismo tem sido realmente bom para mim. Estou feliz e acredito que fiz a escolha correta. As experiências que temos vivenciado ultimamente servem como impulso para que aprimoremos cada vez mais o nosso trabalho, até que um dia nos tornemos jornalistas de fato. Semana que vem não teremos aula na quinta-feira, devido ao feriado e diagramação dos textos ficará apenas para o dia 8 de maio.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Trabalho "artístico"

Junto com a primeira reportagem veio também a oportunidade de fazer mais uma coisa que gosto: desenhar.

O grupo da editoria de política me pediu para caricaturar nosso presidente Lula, o que aceitei com grande felicidade. É muito bom receber um trabalho como esse para fazer, porque percebe-se que os colegas depositam confiança no que a gente faz. Espero agora corresponder as expectativas do grupo e também que o resultado seja aceito pelos professores e apareça no jornal. Independentemente disso, a caricatura será postada aqui no blog, assim como a reportagem, ou seja, posteriormente à saída do jornal. Resumindo, a semana que passou foi excelente e acredito que renderá bons frutos.

A primeira reportagem

Na aula passada, dia 17 de abril, começamos a nossa aula prática em jornal. Uma semana antes a turma foi dividida em editorias, para que pudéssemos simular uma redação. Fiquei, por escolha, na editoria de polícia. Depois de muito conversar com os colegas da equipe ficou decidido o layout das duas páginas às quais são reservadas aos nossos textos e o assunto que cada um escreveria.

No mesmo dia corri atrás das fontes para escrever minha matéria, porque fiquei realmente feliz com este primeiro trabalho dito jornalístico. Dia 21, ontem, saí pela cidade de Porto Alegre para fazer algumas fotos sobre o tema. Tirei cerca de vinte fotos. Detalhe é que talvez UMA seja aproveitada para o jornal. Agradecimentos especiais ao meu pai, que saiu comigo em pleno feriado, num dia frio e nublado para me dirigir aos locais os quais eu desejava focar. Colocarei a reportagem e grande parte das fotos em um post quando o jornal sair de fato. Até lá suspense.

No dia-dia do Jornal



Dia 10 de abril, tivemos nossa aula teórica sobre jornal. Através de apresentação de slides no computador, os professores mostraram o funcionamento da redação de um jornal grande. Frisaram os horários em que começam as reuniões de pauta, as diferentes funções que um jornalista pode ocupar dentro da redação.

Outro ponto interessante, é que o jornalista não pode se prender apenas no que foi determinado pela pauta, porque novos fatos de importância maior podem ocorrer. Assim também, uma notícia que pode ter recebido uma importância grande pela manhã, pode não ter a mesma pela tarde e menos ainda à noite, no fechamento do jornal. É um clichê, mas mesmo assim não se pode deixar de citar que o mundo é realmente gigante e que com toda a rapidez na transmissão de informações proporcionada ,em grande parte, pela informatização, fatos novos chegam às redações dos jornais o tempo todo. Podemos dizer então, que o expediente dos profissionais desta área pode ter horário para começar, mas nem sempre para acabar.

E quem brilha, ao contrário do que muitos aspirantes à jornalista (pessoas como eu) podem pensar, não é só o profissional formado em jornalismo. Este depende de muitas outras pessoas para poder trabalhar, como o motorista que o leva para cima e para baixo à caça das reportagens; como as fontes das quais precisa extrair as informações para que possa transformá-las na matéria para o dia seguinte.

Nesta aula vimos também, os números de venda de jornais no Brasil e no mundo, os conceitos de jornal popular, tablóide e uma breve passagem por um tema já abordado em outras conversas de aula: o tal do "sensacionalismo". Tais conceitos foram exemplificados.

Outra parte que me chamou muito a atenção foi o funcionamento da máquinas de impressão dos jornais. Isso nos foi mostrado em vídeo. Máquinas enormes que imprimem rapidamente os exemplares a serem vendidos nas bancas e entregues na casa dos assinantes. Porém, toda essa impresssão de jornais envolve uma série de futuros problemas que teremos que enfrentar. O principal é o gasto de papel. É muito papel utilizado todos os dias em todo o mundo. E a principal questão é que toda essa quantidade de material vai para um mesmo destino: o lixo. Pode-se reciclar, mas esta é uma atividade bastante complexa de se realizar, uma vez que diversos fatores podem impedir a concretização do processo, como a mistura de outros resíduos ao papel. Se houver uma tampinha de garrafa plástica "escondida" no meio do amontoado de papel, o produto da reciclagem será perdido.

Mas não é só o problema ambiental que assusta. Como já dito em posts anteriores, é muito complexo fazer um jornal impresso, porque a dificuldade de mantê-lo atualizado é imensa, uma vez que ele só sai a cada 24 horas.

Uma única solução para os dois casos é o chamado "papel digital". Um pouco maior que um palm top, esta evolução tecnológica, consiste num display, ainda monocromático, que tem uma entrada USB. Por essa entrada, podem passar arquivos de texto variados como no formato .pdf os quais podem ser lidos na tela do dispositivo. Existe também a possibilidade de se passar músicas para ele. Mas voltando ao interesse do jornal, este poderia ser distribuído aos assinantes, de forma ainda a ser estudada, em formato a ser executado pelo dispositivo. Como está em formato digital, pode ser atualizado via internet, por exemplo. E o uso do papel "convencional" não seria mais necessário. É claro que tal mudança não ocorre de hoje para amanhã e em torno dela rondam diversos interesses da empresa e de seus anunciantes. Mas, mesmo assim, vale à pena esperar e ver, ou melhor, LER.



Fonte das imagens (por ordem de aparição)
http://www.artytour.com.br/ARTyTOUR/artytour_imagens/ma_jornal.jpg
http://www.vetorizar.com/enviados/2007/agosto/arquivos/lixeira.gif
http://www.mobileread.com/upload/custom/iliad2.jpg

domingo, 13 de abril de 2008

Cultura Digital

Na aula do dia 3 de Abril,discutimos em aula o texto Cultura Digital.O texto aborda vários fatores ligados à tecnologia,focado sempre na interatividade.Atualmente,o sucesso do programa Big Brother Brasil exemplifica bem o contexto interatividade.Milhões de pessoas votam e decidem o futuro dos participantes.

Existem cada vez mais programas de rádio e de televisão que pedem para o púbico opinar sobre o programa e decidir quais serão os temas abordados e quais foram as melhores matérias.É visível o aumento da participação do público seja votando ou opinando.A interatividade pode trazer malefícios nas relações humanas.Algumas pessoas se prendem muito na Internet e em outros meios e acabam perdendo o bom da vida,as amizades,o convívio com a família.Outras sabem administrar o uso e conseguem equilibrar o uso da tecnologia e a relação com familiares e amigos

O futuro do jornal impresso também é um assunto muito ligado à tecnologia,já que alguns jornais estão sendo veiculados na internet.Este assunto será debatido nas próximas aulas mas sugiro um livro onde aborda um futuro sombrio para os livros e também comenta o uso das novas invenções.

O livro Fahrenheit 451,de Ray Bradbury,pinta um futuro sombrio para a história ,quando todos os livros foram proibidos e queimados.Os bombeiros têm como seu objetivo descobrir livros escondidos e queima-los.A obra aborda também o uso da interatividade e as relações humanas.Fahrenheit 451 é muito bom,tem uma história fascinante e sugiro a leitura.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A Cultura Digital


Na aula do dia 3 de abril, foi posto em discussão o texto "A Cultura Digital" (Rogério da Costa). Este material traz uma série de informações sobre o rumo que a Comunicação está tomando, a partir da constante chegada de novas tecnologias digitais. Tecnologias presentes em aparelhos como os celulares, hoje indispensáveis na nossa jornada diária. O interessante é notar que nós precisamos entender a linguagem destes aparelhos, ou não seremos aptos a usá-los. Nós precisamos manipulá-los, ou melhor, interagir com eles para que possamos obter os serviços ou informações desejadas.

Desta condição surge o termo "interatividade", cada vez mais utilizado como propaganda para promover produtos digitais. Mas nem tudo que é digital é interativo. A interatividade é o fator que busca, além de um "convívio" mais amigável com serviços ou objetos que originalmente não possuem o chamado "calor humano", prender a atenção do consumidor, do público. Eis que surge a chamada "economia da atenção".


A Internet, por exemplo, é um meio de comunicação extremamente interativo. Nós decidimos que sites visitar, que link seguir... Ou seja, fazemos o caminho que quisermos. Isso prende a atenção do usuário, porque ele participa no processo. O mesmo não ocorre com a televisão, AINDA. Quando a TV digital chegar no Brasil, o sistema ao qual estamos habituados sofrerá fortes mudanças. Esse novo sistema promete uma interatividade maior com o telespectador. Digo "maior", porque já existe uma certa interatividade, como por exemplo em programas que exigem a votação do público para determinadas finalidades, tais como a eliminação de um participante de um reality show. Programas como esse atraem muita atenção do público, porque ele é o responsável pelo desenvolvimento da trama do jogo. Outro exemplo dado pelo texto é o antigo programa da Rede Globo "Você Decide", observação esta que gerou exclamações do tipo "É mesmo!" por parte dos colegas.

Para nós alunos, que temos idade entre dezessete e vinte anos, o contato com as novas tecnologias abordadas não foi nada traumático, porque quando nascemos elas já estavam sendo desenvolvidas. Elas são, para a nossa geração, de uso comum e verdadeiras facilidades em nossas vidas. Acreditamos que o futuro nos reserva uma evolução muito maior do que já se tem hoje, e disso surgiram vários questionamentos, de nossa parte, durante a discussão. Um deles, o qual penso ser o de maior importância, tratava sobre o sedentarismo. Era parecido com isso: "Toda essa evolução tecnológica, que nos traz inúmeras facilidades e acaba proporcinando- nos um maior conforto, como o de cumprir várias tarefas, antes braçais, com apenas um clique não nos transformará em indivíduos cada vez mais sedentários e com problemas de saúde cada vez mais freqüentes?" A resposta dada pelo professor Fábian foi muito simples, mas completa:

"A opção de sermos sedentários ou não vem da nossa parte. Nós devemos nos
preocupar com a nossa própria saúde. É claro que tecnologia nos traz
conforto, mas podemos analisar a situação de outro ponto: as facilidades
trazidas pela evolução tecnológica não só nos permitirão fazer tarefas em um
tempo menor, como também utilizar o tempo restante em outras atividades que
envolvam o cuidado com a nossa qualidade de vida".

Outro fator preocupante para nós, futuros jornalistas, é o destino dos jornais impressos. Este tipo de mídia se torna muito limitado em alguns aspectos se comparado com os outros meios de comunicação. Seguindo o assunto "interatividade", nota-se que o jornal não oferece este atrativo. Outro aspecto é a dificuldade de se manter um jornal realmente atualizado, visto que ele sai apenas uma vez por dia e que os outros meios podem ser atualizados mais facilmente. A título de exemplo, a Internet pode ser atualizada a cada momento. Mas sobre isso, tratarei na próxima postagem, cujo assunto abordará o funcionamento de um jornal, suas limitações e as possíveis alternativas para minimizá-las.

Fontes das imagens (por ordem de aparição)

http://publifolha.folha.com.br/catalogo/images/cover-135620-600.jpg
http://www.techbits.com.br/img/ext/iphone.png
http://www.tiagosantiago.com.br/imagens/vocedecide.jpg
http://www.caputconsultoria.com.br/images/destaques/1322418sedentarismo.jpg

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Internet

A Internet, um meio de comunicação rápido, de fácil acesso e cada vez mais presente no nosso dia-dia, é uma enorme quantidade de redes de computadores de todo o planeta interligadas. Ela está repleta de informações que estão ao nosso alcance, através de documentos em hipermídia disponíveis na World Wide Web, e que muitas vezes podem ser acessadas com apenas um simples clique (este aspecto será tratado posteriormente na postagem sobre a discussão do texto "A Cultura Digital").

Este serviço também pode ser considerado um "redutor de distâncias" para as pessoas. Por exemplo, através de programas conhecidos como Instant Messengers, podemos comunicar-nos com alguém que está em outro país ou até mesmo em outro continente, se ambas as pessoas estiverem conectadas à Internet, através de textos ou imagens em tempo real enviados de um computador ao outro. Tudo isso com um custo baixo, o que praticamente elimina a competição com os serviços de telefonia.

Após esta breve e simples exposição sobre o que é a Internet e sobre algumas de suas ferramentas, escreverei sobre a história da mesma, do seu surgimento até os dias atuais.

O surgimento da Internet ocorreu no período da Guerra Fria, resultado do temor dos norte-americanos
sobre a hipótese de que, se houvesse um ataque soviético a uma de suas bases, eles poderíam perder informações importantes sobre o inimigo. Isso acabaria com as chances de recuperação dos EUA, significando a derrota deste país. Começou-se então a procurar um meio de compartilhar os dados entre as suas diferentes bases e assim, se uma delas fosse destruída, esses não seríam perdidos.

Em 1969 a ARPA (Advaced Research and Projects Agency), criou uma rede chamada ARPANET. As informações que trafegávam pela ARPANET eram divididas em "pacotes" e estes, por sua vez percorriam diferentes caminhos para chegar ao destinatário desejado. Dessa forma, se certo ponto da linha estivesse danificado isso não afetaria a troca de informações porque outra via seria percorrida. Lembrando exemplo dado em aula pelo professor Eduardo:
"Ao invés de se usar um único caminhão que trafegasse por
uma estrada
levando a mercadoria (informação), seriam utilizadas várias vans
carregando
parcelas dessa mercadoria e viajando por diferentes vias
"
O tão temido ataque soviético não ocorreu e, na década de 70, a ARPANET pôde ser utilizada por universidades e centros de pesquisa. Logo, a rede e seu conteúdo começaram a crescer o que acabou tornando-se um problema, pois ficava mais difícil a manutenção dos seus dados. O protocolo de transmissão de dados dessa época, o NCP (Network Control Protocol) havia sido criado para trabalhar apenas com a ARPANET e, portanto não conseguia suportar este crescimento demasiado das redes, havendo uma carência no contole de erros de transmissão e uma necessidade de modificações.

Passou a ser desenvolvido então um novo protocolo: o TCP/IP (Transfer Control Protocol/ Internet Protocol), uma linguagem universal, que permitia a troca de dados entre as redes ligadas a ele, usada até os dias de hoje. Este protocolo foi implantado em 1980 pela comunidade militar e em 1983 pela não-militar.

Ainda na década de 80, o uso de e-mails começa a se popularizar e surge a idéia de que as pessoas deveriam adquirir seus própios computadores e usá-los em suas casas. Para que isso pudesse acontecer, os computadores deveriam diminuir de tamanho e a sua montagem deveria ser simplificada. O surgimento das empresas Apple e Microsoft e a constante disputa por mercado e tecnologia entre ambas proporcionou o desenvolvimento acelerado dos computadores pessoais (não pretendo detalhar a explicação sobre o avanço gradativo dos produtos das duas empresas).


Em 1989 o cientista Tim Berners Lee dá o verdadeiro impulso para que a Internet se torne o que ela é hoje: ele cria a World Wide Web, uma rede coletiva. É importante compreender que Internet e Web não são a mesma coisa sendo a última o conglomerado de documentos em hipermídia disponíveis na primeira. Ou seja, nós nos conectamos à Internet, através de uma rede (discada, banda larga...) e através de um programa chamado browser (navegador) nós temos acesso à web, que por sua vez se divide em infinitas páginas de conteúdo.

A Internet começava a se tornar uma boa aposta de mercado, pois era um campo a ser descoberto e desenvolvido. Era dada a largada para uma nova "Corrida do Ouro". O que popularizou realmente a Internet foi o lançamento do navegador Mosaic por Marc Andreessen, da NCSA (National Center for Supercomputing Applicatons), em 1993. O mesmo Andreessen fundou a Mosaic Communication Corporation, que veio a transformar-se em Netscape Communications posteriormente. Por um bom tempo a Netscape liderou o mercado de navegadores até que a Microsoft lançou o Internet Explorer, que acompanhava o sistema operacional Windows, da mesma empresa, passando a ser escolhido pela maioria por uma questão de praticidade. O que concorre hoje com o software da empresa de Bill Gates é o programa Mozilla Firefox.

Aqui no Brasil, como já é comum, o contato com essa nova tecnologia, a Internet, demorou um pouco mais a acontecer. Somente em 1995 é que navegar na Web deixou de ser uma atividade restrita às instituições de ensino e passou a ser livre a todos os brasileiros.

Fontes consultadas:
Imagens (por ordem de aparição)

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A Dupla

Foto:


Eu (Fernando), sou o magrinho da esquerda e Allan, o sorridente, é a minha dupla na realização deste trabalho.

COMEÇANDO...

Olá!
Bem-vindo ao blog de Fernando Lopes e Allan Kuwer!
Somos estudantes de jornalismo da Famecos, do primeiro semestre.
Este blog se refere à disciplina LABORATÓRIO DE JORNALISMO, ministrada pelos professores Eduardo Pellanda e Fábian Chelkanoff. Nele registraremos, ao longo do semestre, o conteúdo trabalhado e discutido nas aulas.