Na aula do dia 3 de abril, foi posto em discussão o texto "A Cultura Digital" (Rogério da Costa). Este material traz uma série de informações sobre o rumo que a Comunicação está tomando, a partir da constante chegada de novas tecnologias digitais. Tecnologias presentes em aparelhos como os celulares, hoje indispensáveis na nossa jornada diária. O interessante é notar que nós precisamos entender a linguagem destes aparelhos, ou não seremos aptos a usá-los. Nós precisamos manipulá-los, ou melhor, interagir com eles para que possamos obter os serviços ou informações desejadas.
Desta condição surge o termo "interatividade", cada vez mais utilizado como propaganda para promover produtos digitais. Mas nem tudo que é digital é interativo. A interatividade é o fator que busca, além de um "convívio" mais amigável com serviços ou objetos que originalmente não possuem o chamado "calor humano", prender a atenção do consumidor, do público. Eis que surge a chamada "economia da atenção".
A Internet, por exemplo, é um meio de comunicação extremamente interativo. Nós decidimos que sites visitar, que link seguir... Ou seja, fazemos o caminho que quisermos. Isso prende a atenção do usuário, porque ele participa no processo. O mesmo não ocorre com a televisão, AINDA. Quando a TV digital chegar no Brasil, o sistema ao qual estamos habituados sofrerá fortes mudanças. Esse novo sistema promete uma interatividade maior com o telespectador. Digo "maior", porque já existe uma certa interatividade, como por exemplo em programas que exigem a votação do público para determinadas finalidades, tais co
Para nós alunos, que temos idade entre dezessete e vinte anos, o contato com as novas tecnologias abordadas não foi nada traumático, porque quando nascemos elas já estavam sendo desenvolvidas. Elas são, para a nossa geração, de uso comum e verdadeiras facilidades em nossas vidas. Acreditamos que o futuro nos reserva uma evolução muito maior do que já se tem hoje, e disso surgiram vários questionamentos, de nossa parte, durante a discussão. Um deles, o qual penso ser o de maior importância, tratava sobre o sedentarismo. Era parecido
com isso: "Toda essa evolução tecnológica, que nos traz inúmeras facilidades e acaba proporcinando- nos um maior conforto, como o de cumprir várias tarefas, antes braçais, com apenas um clique não nos transformará em indivíduos cada vez mais sedentários e com problemas de saúde cada vez mais freqüentes?" A resposta dada pelo professor Fábian foi muito simples, mas completa:
"A opção de sermos sedentários ou não vem da nossa parte. Nós devemos nos
preocupar com a nossa própria saúde. É claro que tecnologia nos traz
conforto, mas podemos analisar a situação de outro ponto: as facilidades
trazidas pela evolução tecnológica não só nos permitirão fazer tarefas em um
tempo menor, como também utilizar o tempo restante em outras atividades que
envolvam o cuidado com a nossa qualidade de vida".
Outro fator preocupante para nós, futuros jornalistas, é o destino dos jornais impressos. Este tipo de mídia se torna muito limitado em alguns aspectos se comparado com os outros meios de comunicação. Seguindo o assunto "interatividade", nota-se que o jornal não oferece este atrativo. Outro aspecto é a dificuldade de se manter um jornal realmente atualizado, visto que ele sai apenas uma vez por dia e que os outros meios podem ser atualizados mais facilmente. A título de exemplo, a Internet pode ser atualizada a cada momento. Mas sobre isso, tratarei na próxima postagem, cujo assunto abordará o funcionamento de um jornal, suas limitações e as possíveis alternativas para minimizá-las.
Fontes das imagens (por ordem de aparição)
http://publifolha.folha.com.br/catalogo/images/cover-135620-600.jpg
http://www.techbits.com.br/img/ext/iphone.png
http://www.tiagosantiago.com.br/imagens/vocedecide.jpg
http://www.caputconsultoria.com.br/images/destaques/1322418sedentarismo.jpg
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